segunda-feira, 25 de abril de 2011

Sem adereços

Nem tudo o que dói,
que come de olhos despertos meu sangue,
por dentro,
pisado e grosso.
Nem tudo o que grito,
ou calo,
nem tudo que cabe no baú de meus tristes guardados.
Nem tudo o que choro
pode ser
transmutado
em poesia.

3 comentários:

M. disse...

É, nem tudo. Às vezes, só resta silêncio. Bjs, e obrigada.

Ellen Joyce disse...

Exatamente isso!

Amanda Lemos disse...

Muito interessante o Blog !
Deixo o meu aqui, caso queira dar uma olhada, seguir...;

www.bolgdoano.blogspot.com

Muito Obrigada, desde já !